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13 de dezembro de 2018
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6.394 médicos já se inscreveram até agora no Mais Médicos

O Ministério da Saúde registrou 6.394 inscrições na seleção emergencial para substituir profissionais cubanos no programa Mais Médicos até a manhã desta quinta-feira (22). No total, são 8.517 vagas ofertadas.

Destes mais de 6 mil, 2.209 conseguiram concluir a inscrição e escolher a cidade de atuação. Outros 2.812 não concluíram a inscrição e têm até as 23h59 de domingo (25) para finalizar o cadastro. A instabilidade no site pode ter sido um dos motivos para alguns candidatos não concluírem o cadastro.

Em nota desta quinta-feira (22), o Ministério da Saúde disse que identificou as origens dos ataques e diz que são robôs e máquinas programadas para invadir o site.

“O Departamento de Informática do SUS identificou a maior parcela dos robôs e máquinas programadas que estão promovendo os ataques ao site dos Mais Médicos. Nesta manhã, a equipe de segurança do sistema estará isolando e protegendo a rede desses ataques. A expectativa de estabilidade no início da tarde. Os interessados devem manter a tentativa de acesso.”

A opção pelo local de atuação é feita no momento da inscrição e reserva a vaga para o médico, mas a garantia só é feita após a entrega dos documentos, segundo assessoria do Ministério da Saúde.

As inscrições para profissionais formados no Brasil ou com diploma revalidado vão até o próximo domingo (25). Um segundo edital, para profissionais estrangeiros sem diploma revalidado, está previsto para a próxima segunda-feira (26).

A expectativa da pasta é de que o número de inscritos seja atualizado novamente ainda nesta quinta, mas um levantamento detalhado sobre os locais de atuação não deve ser feito até domingo.

No segundo dia de inscrições, a página do Mais Médicos continuou instável, ficando fora do ar na manhã de quinta-feira (22). Já na quarta (21), primeiro dia de cadastro no programa, o site também ficou fora do ar. O Ministério da Saúde atribuiu a falha ao alto número de acessos e, possivelmente, a ataques cibernéticos.

Depois, disse que os acessos simultâneos tinham característica de ataques cibernéticos e que o governo federal tentava isolar as ações que comprometiam o sistema. No entanto, o problema persiste.

Voos de retorno a Cuba começam a deixar o Brasil ainda nesta quinta-feira (22)
De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), cinco voos de retorno a Havana devem deixar o Brasil até o sábado (24). Os primeiros devem sair do país ainda na quinta-feira (22), e há outros programados para sábado. Os médicos sairão do Brasil por Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo.

A organização não deu detalhes, no entanto, de horários em que os voos devem sair, alegando motivos de segurança, ou de quantos profissionais embarcarão neles. Segundo a assessoria do órgão, os cubanos devem deixar o país em voos fretados, e já estão se dirigindo aos pontos de saída.

Saída dos médicos cubanos deve prejudicar 28 milhões de pessoas
De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a saída de cubanos do programa Mais Médicos afetará 28 milhões de pessoas.

“Entre os 1.575 Municípios que possuem somente médicos cubanos do programa, 80% possuem menos de 20 mil habitantes. Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas”, pontuou a entidade.

São Paulo e Bahia são os estados que mais perderão médicos. A saída dos profissionais já causou falta de atendimentos em vários locais em ambos os estados.

A decisão de Cuba de sair do programa Mais Médicos foi anunciada pelo governo do país no último dia 14. O país tem uma parceria com a Opas, que estabeleceu o acordo com o Ministério da Saúde brasileiro para enviar os profissionais caribenhos. O acordo foi estabelecido há 5 anos pelo governo de Dilma Rousseff.

“O Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos e assim comunicou à diretora da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam a iniciativa”, disse a nota do governo.

G1

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