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25 de fevereiro de 2020
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Após prisões, PF investiga mais seis suspeitos em ataque a Moro


Moro comentou, pela primeira vez, a prisão de quatro suspeitos de invadir sua conta no aplicativo Telegram Foto: Agência Brasil

Após a operação que prendeu quatro suspeitos de envolvimento na invasão ao Telegram do ministro da Justiça, Sergio Moro, a Polícia Federal investiga um possível envolvimento de outras seis pessoas no caso. Os nomes deles apareceram vinculados às contas utilizadas nos ataques ao ministro, porém, em um primeiro momento, a PF não identificou participação direta deles nos fatos.

A PF informou que mil números telefônicos diferentes podem ter sido alvo da quadrilha suspeita de hackear o aplicativo de mensagens de Moro, e de outras autoridades. O ministro Paulo Guedes (Economia) e a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também podem estar entre as vítimas. 

“Aparentemente, mil números telefônicos diferentes foram alvo desse mesmo modus operandi dessa quadrilha. Há possibilidade, ainda não temos uma identificação e nem começamos a fazer isso, mas há possibilidade de um número muito grande de possíveis vítimas desse mesmo tipo de ataque que está sendo investigado agora”, disse o coordenador geral de Inteligência da PF, João Vianey Xavier Filho. 

A PF apresentou ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, um relatório de diligência no qual listou os e-mails destas seis pessoas, que estavam vinculados às contas dos usuários do sistema BRVOZ das quais partiram os ataques. 

Com base nesse documento, a PF solicitou o afastamento do sigilo telemático desses e-mails, para acessar seu conteúdo e apurar se os outros alvos também estão envolvidos no caso. O juiz Vallisney de Oliveira autorizou a medida e determinou a quebra do sigilo telemático desses e-mails e  revelou que os investigados foram identificados a partir da perícia inicial do telefone celular de Moro. 

Um dos suspeitos, citado pela PF pelo nome de Anderson José da Silva, é o dono de uma das contas a partir da qual partiram os ataques. Apesar de ser o dono da conta, porém, até agora a PF não identificou ter sido Anderson autor de tentativas de invasão – só que sua conta teria sido usada por terceiros para esta finalidade.

A Operação Spoofing foi deflagrada na terça e prendeu temporariamente quatro suspeitos de atuarem na invasão do aplicativo Telegram de Moro e outras autoridades. São eles: Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira, Danilo Cristiano Marques e Walter Delgatti Neto.

Neto, o “Vermelho”, confessou à PF que hackeou Moro, o procurador Deltan Dallagnol e de centenas de procuradores, juízes, delegados federais, além de jornalistas. “Vermelho” acumula processos por estelionato, falsificação de documentos e furto.

O advogado Luiz Delgado, que representa Neto, disse que ainda não teve acesso ao inquérito. “Conversei com ele. Ele tem problemas psiquiátricos. Está atordoado”.

A PF identificou movimentações suspeitas nas contas do ex-DJ Gustavo e de Suelen. Segundo a PF, entre abril e junho de 2018, o ex-DJ movimentou R$ 424 mil. Já nas contas de Suelen, foram identificadas transações de R$ 203 mil, entre março e maio de 2019. 

A PF disse à Justiça que há indícios de incompatibilidade entre a movimentação financeira de Gustavo e Suelen e as rendas declaradas por ambos. 

Antecedentes criminais

Nesta quarta, Moro parabenizou a PF pela prisão dos suspeitos.

“Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime”, tuitou o ministro.

Foi o site The Intercept quem, primeiro, divulgou tais mensagens, em junho.

DN

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