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12 de novembro de 2019
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Em meio à crise no PSL, Bolsonaro inicia pelo Japão giro pela Ásia

Em meio à crise com o PSL, o presidente Jair Bolsonaro chega hoje a Tóquio para a primeira etapa de uma viagem a cinco países do leste asiático e do Oriente Médio, que se estenderá até próxima semana. O principal compromisso no país será a cerimônia de entronização do novo imperador do Japão, Naruhito, que ocorrerá amanhã. Bolsonaro ainda se reunirá com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

Depois o presidente irá, respectivamente, para China, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Arábia Saudita. 

Em todos os países, haverá reuniões com chefes de Estado e com empresários. Um dos principais compromissos da agenda econômica será o fórum de investimento da Arábia Saudita conhecido “Davos no deserto”. Na última sexta-feira, questionado se havia preocupação em fazer uma viagem de longa duração em meio ao imbróglio com seu partido, Bolsonaro retrucou perguntando se deveria cancelar a viagem.

O giro internacional servirá para aparar arestas da política externa. No ano passado, por exemplo, Bolsonaro chegou a afirmar que a China queria “comprar o Brasil”. Depois de tomar posse, no entanto, adotou um discurso mais conciliador. Já no Oriente Médio, houve insatisfação com a intenção de transferir a embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. O presidente, contudo, recuou de sua promessa, e a intenção no momento é abrir só um escritório de negócios.

Seis ministros fazem parte da comitiva: Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Osmar Terra (Cidadania). Também acompanham Bolsonaro quatro deputados e um senador – além do governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas).

Mesmo longe de Brasília nesta semana, Bolsonaro deverá se ocupar com o desenrolar da crise no seu partido.

O PSL chamou o ex-secretário especial da Receita Federal Marcos Cintra para ajudar a reestruturar a sigla. Cintra foi demitido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O ex-secretário perdeu o cargo, em setembro passado, porque Bolsonaro não concordou com a volta de um imposto nos moldes da antiga CPMF. 

Cintra informou que vai acelerar a formulação de propostas de Governo para o PSL e trabalhar na capacitação de quadros do partido no País. 

Já o presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto, afirmou, ontem, que nunca houve qualquer cogitação sobre a ida do presidente para o DEM. ACM Neto também negou uma possível fusão do DEM com o PSL. A declaração foi dada durante celebração dedicada à Santa Dulce dos Pobres, na Arena Fonte Nova, na capital baiana.

“Nós temos um partido coeso e bem posicionado no Brasil. Não tem sentido se envolver nesta confusão que se estabeleceu dentro do PSL e do grupo do presidente da República”, disse, ao fazer referência às polêmicas que envolveram a sigla de Bolsonaro na última semana.

Além das disputas internas, que racharam o partido em dois grupos, o PSL terá de superar outra barreira para emplacar o desejado projeto de expansão pelo País: a presença ainda tímida nas cidades. A legenda do presidente não tem diretórios municipais constituídos ou está com a estrutura partidária suspensa por falhas nas prestações de contas ou outras irregularidades em 75% das cidades brasileiras, segundo o TSE.

DN

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