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Eleitor com deficiência visual poderá ouvir nome do candidato na urna

A Justiça Eleitoral brasileira, a partir destas Eleições Municipais de 2020, oferecerá aos eleitores portadores de deficiência visual a possibilidade de ouvir o nome do candidato após a digitação do número deste na urna eletrônica.

Trata-se de um recurso tecnológico, desenvolvido sem custos para a Justiça Eleitoral, que a partir dos números do candidato digitados corretamente no teclado numérico da urna eletrônica, identifica qual é o candidato escolhido pelo eleitor e, com voz humana sintetizada, fala o nome dele, audível por um fone de ouvido, para a devida identificação e confirmação do voto por parte do eleitor, trazendo a este uma maior segurança e confiança sobre o voto que ele está depositando na urna.

Até as Eleições de 2018, a urna eletrônica só “falava” os números digitados e as instruções sobre as teclas “Branco”; “Corrige”; e “Confirma”. Eram mensagens pré-gravadas, instaladas no equipamento para facilitar e dar mais autonomia ao eleitor com deficiência visual. Como se tratava de textos pré-gravados havia a limitação da quantidade de nomes a serem implantados, sem contar com as substituições ao longo do processo eleitoral, inviabilizando a gravação do nome de todos os concorrentes.


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Eleitor com deficiência visual poderá ouvir nome do candidato na urna

Até as Eleições de 2018, a urna eletrônica só “falava” os números digitados e as instruções.

08/09/2020 21h36Por: RedaçãoFonte: Com informações do TSE

Imagem: reprodução
Imagem: reprodução

A Justiça Eleitoral brasileira, a partir destas Eleições Municipais de 2020, oferecerá aos eleitores portadores de deficiência visual a possibilidade de ouvir o nome do candidato após a digitação do número deste na urna eletrônica.

Trata-se de um recurso tecnológico, desenvolvido sem custos para a Justiça Eleitoral, que a partir dos números do candidato digitados corretamente no teclado numérico da urna eletrônica, identifica qual é o candidato escolhido pelo eleitor e, com voz humana sintetizada, fala o nome dele, audível por um fone de ouvido, para a devida identificação e confirmação do voto por parte do eleitor, trazendo a este uma maior segurança e confiança sobre o voto que ele está depositando na urna.

Até as Eleições de 2018, a urna eletrônica só “falava” os números digitados e as instruções sobre as teclas “Branco”; “Corrige”; e “Confirma”. Eram mensagens pré-gravadas, instaladas no equipamento para facilitar e dar mais autonomia ao eleitor com deficiência visual. Como se tratava de textos pré-gravados havia a limitação da quantidade de nomes a serem implantados, sem contar com as substituições ao longo do processo eleitoral, inviabilizando a gravação do nome de todos os concorrentes.Continua depois da publicidade

Agora com essa nova ferramenta de software livre pela qual a Justiça Eleitoral não precisou investir nada e o descarte das urnas mais antigas, modelos 2006 e 2008, houve condições técnicas para implementar a sintetização de voz para as Eleições 2020.

Passo a Passo

O mesário presidente da seção, ciente da deficiência visual do eleitor, o informará do recurso e o habilitará, através de um código digitado no terminal do mesário, entregando a seguir os fones de ouvido, se já não estiverem instalados na urna. Esses fones são de uso obrigatório para garantir o sigilo do voto.

Mesmo habilitada, a urna não iniciará a votação de imediato, permanecendo estática em uma tela com orientações sobre como votar. Além disso, enquanto a votação não for iniciada, o eleitor terá a possibilidade de fazer a regulagem do áudio, sendo permitido aumentar ou diminuir o volume, para tornar a experiência de votar mais agradável.

A sintetização de voz também é capaz de fazer flexibilização de gênero ao emitir a fala de confirmação do concorrente escolhido. Isso significa que, por meio da ferramenta, a urna “falará” que o eleitor está votando em um candidato ou em uma candidata, de acordo com o gênero do postulante que está recebendo o voto.

Teste Presencial

A equipe de tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu dois eleitores com deficiência para testar os recursos e experimentar a urna com todas essas novidades.

O aposentado Edinaldo de Almeida e a massoterapeuta Zozimeire dos Santos deram sugestões de melhorias e evoluções, inclusive de pequenos ajustes que poderão ser feitos ainda para o pleito deste ano.

Todo o processo de adaptação desse software para a urna levou em torno de quatro meses, tendo início ainda em 2019 e sendo finalizado no início deste ano.

Ascom TSE

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