1 de maio de 2026
Remanso News
  • Home
  • Destaque
  • PL da Dosimetria: Congresso derruba veto de Lula e beneficia Bolsonaro
Destaque Política

PL da Dosimetria: Congresso derruba veto de Lula e beneficia Bolsonaro

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como PL da Dosimetria, que permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

O projeto pode beneficiar ao menos 190 pessoas condenadas por atos antidemocráticos, segundo o último balanço feito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Isso inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra.

Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.

Situação de Bolsonaro
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em regime fechado, após condenação a 27 anos e três meses por tentativa de golpe.

Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderia passar ao regime semiaberto em 2033.

Especialistas estimam que, quando o projeto começar a valer, o ex-presidente pode migrar de regime em um prazo entre dois e quatro anos.

O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena do crime mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.

A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.

Próximos passos
O texto será encaminhado para promulgação. O presidente Lula terá até 48 horas para promulgar a lei.

Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.

A votação ocorreu em meio a uma crise entre o governo e o Congresso.

Na quarta-feira (29), o Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União Jorge Messias para o STF — a primeira vez desde 1894 que um indicado ao Supremo foi barrado.

Fonte: g1

Posts relacionados

Desaparecimento: Vestígios de DNA humano são encontrados em buscas na Amazônia

Redação Remanso News

Apostador acerta a Mega-Sena, não tira prêmio no prazo e perde R$ 22 mi

Redação Remanso News

Termina hoje (15) o prazo para servidores da Prefeitura de Remanso realizarem recadastramento

Redação Remanso News

Coronavírus: calendário escolar pode ficar comprometido até 2022

Redação Remanso News

STF retoma julgamento do golpe com expectativa para fala de defesa de Bolsonaro

Redação Remanso News

Fundo partidário agora poderá custear até conta de boteco, restaurante, motel e brega

Redação Remanso News

Deixe um comentário