1 de maio de 2026
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BAHIA NÃO QUEBROU TABU: empate teve sabor de derrota

Foto: Letícia Martins/EC Bahia

NUM JOGO de forte marcação e poucas reais oportunidades de gols, sábado em Recife, Bahia e Sport ficaram num empate que não agradou a ninguém.

Time por time, campanha por campanha, o Bahia, 4º colocado da Série A, desperdiçou no último sábado à tarde, sua melhor oportunidade de quebrar um tabu de 15 anos sem vencer o Sport, lanterna do Brasileiro, 20º colocado, não ganhou um jogo sequer. Por tudo isso, o empate de 0 a 0 no Estádio da Ilha do Retiro, em Recife, teve sabor de derrota para a torcida, que lamentou a chance perdida do Tricolor baiano de se fixar no G-4, o grupo que garante vaga direta para a fase de grupos da Taça Libertadores de 2026. A delegação continua na capital pernambucana para o jogo de amanhã, contra o Retrô, valendo vaga para as quartas de final da Copa do Brasil.

“Já houve jogos em que jogamos mal por incapacidade nossa; houve jogos que possuem mais potencial do que nós; e hoje a ausência do Pulga foi muito sentida. Temos o elenco enxuto em algumas posições e não contávamos com essa lesão, que faz bastante a diferença. Iago fez uma partida extremamente dedicada e esforçada, ajudando em todos os sentidos, mas logicamente do que na hora de decidir as jogadas ele não tem a mesma qualidade que Pulga”, relatou o técnico Rogério Ceni, que no empate contra o Sport escalou o Bahia com: Ronaldo; Gilberto, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre (Acevedo), Jean Lucas, Everton Ribeiro (Cauly); Iago Borduchi (Kayky), Willian José (Lucho) e Ademir (Michel Araujo).

Com a vitória de 3 a 2 em Salvador, na Arena Fonte Nova, o Bahia joga na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, região metropolitana de Recife, com a vantagem do empate para avançar nas quartas de final. O Retrô precisa vencer o Tricolor baiano pela diferença de dois gols, se vencer pela diferença de um gol, 1 x 0, 2 a 1, a decisão da vaga para as quartas de final da Copa do Brasil, vai para as cobranças de pênaltis. Nesse jogo, o técnico Rogério Ceni ainda não conta com um dos seus principais jogadores, Erick Pulga, com lesão muscular, e sem previsão de sua volta nos jogos neste mês de agosto.

Reforço – “Estamos tentando trazer jogadores. Desde antes da lesão de Pulga que eu já falava dessa situação. Sabemos que precisamos, mas o mercado está muito caro e é difícil conseguir essa peça sem estourar o orçamento. Na zaga, ganhamos o retorno do Rezende, nos deu mais estabilidade no banco. O que nos falta é essa peça para o lugar do Pulga. Vamos fazer o que é melhor para o clube, mas temos limites”, disse Ceni, que na coletiva após o jogo contra o Sport, fez um comentário que descontraiu o ambiente: “Se tivesse dinheiro, a gente trazia o Samuel Lino, pagava 22 milhões de euros e resolvia os problemas. Mas não temos essa condição”, arrancando risos dos repórteres.

Fonte: Tribuna Da Bahia

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