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21 de julho de 2019
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Bahia volta a liderar ranking nacional de mortes violentas

Estado volta a liderar ranking nacional com 3.430 mortes violentas nesse grupo

As mortes violentas na Bahia, aquelas causadas por homicídios, afogamentos, suicídios, acidentes de trânsito, atingem mais os homens com idades entre 15 e 24 anos. Em 2017, de acordo com o Instituto Nacional de Geografia e Estatísticas (IBGE), foram registradas 3.430 vítimas adolescentes e jovens do sexo masculino no estado, que se manteve líder no ranking nacional.
 
O número ainda é maior do que o obtido pelo IBGE em 2016, com variação positiva de 1,1%, o que corresponde a um acréscimo de 36 mortes deste tipo. Com isso, a Bahia se distancia ainda mais de São Paulo, estado mais populoso do país, que tem redução nos casos de mortes violentas de homens jovens desde 2015.

 
Em 2017, o estado do Sudeste teve 3.067 registros, cerca de 10% a menos do que as ocorrências no maior estado nordestino. O número de mortes em São Paulo em 2016 também conseguiu ser menor do que o registrado na Bahia em 2017: foram 3.208.
 
Causas externas
 
O IBGE ainda apontou que, em 2017, na Bahia, 8 em cada 10 casos de mortes de homens entre 15 e 24 anos foram em razão de causas externas (84,7%), o maior percentual do país.
 
Nesse mesmo período de 10 anos, enquanto 10 dos 27 estados brasileiros conseguiram reduzir essa estatística, a Bahia não só caminhou no sentido contrário. Enquanto as mortes de homens jovens e adolescentes nessa faixa etária somaram 1.501 registros em 2007, dez anos depois, as ocorrências aumentaram 128,5%, um aumento absoluto de 1.929 óbitos.
 
Em termos percentuais, o aumento registrado na Bahia neste período só perdeu para o Ceará, que teve variação positiva de 144,1%, e Sergipe, aumento de 134,7% em dez anos. Já no cenário nacional, foram 27.596 mortes deste tipo, número que é 2,2% maior do que o registrado em 2016 e 13% superior aos casos de 2007.
 
Procurada para falar sobre o resultado, a assessoria da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) informou que não comentará a pesquisa, pois desconhece a metodologia usada.

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