
O setor alimentício já prevê mais altas nos preços dos alimentos em 2024. Isso porque o calor atinge o Brasil provoca aumento de até 167% nos vegetais.
Itens in natura, a exemplo do alface, são os que mais impactados pelas ondas de calor e chivas torrenciais que se assolam o país.
“Além disso, a seca prolongada atrasou plantios como os de soja e milho, que têm amplo efeito cascata na produção alimentícia. Especialistas estimam que, combinados, os efeitos provocarão alta de até 6,6% na alimentação em domicílio em 2024, após deflação em 2023”, informa a reportagem de o jornal O Globo.
Ainda segundo a reportagem, para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, extremos climáticos recorrentes elevaram incertezas no combate à inflação. Isso pode afetar o ritmo de queda dos juros.
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