17 de janeiro de 2026
Remanso News
  • Home
  • Destaque
  • Flávio sobre pré-candidatura: “Ninguém perde a eleição para o Lula”
Destaque Política

Flávio sobre pré-candidatura: “Ninguém perde a eleição para o Lula”

Parlamentar disse não ver risco de derrota na disputa por classificar o presidente Lula como um “produto vencido”

Foto: Reprodução / Internet

Durante entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo nesta terça-feira (6/1), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que sua pré-candidatura representa uma “segurança eleitoral”. O parlamentar disse não ver risco de derrota na disputa por classificar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um “produto vencido”.

“A minha pré-candidatura dá essa segurança para esse palanque de que a gente não perde, e eu não tenho nenhuma dúvida de que não vou perder essa eleição. O Lula é aquela picanha podre, estragada e fedorenta. Aquela cerveja choca. Você consome uma cerveja choca ou picanha estragada? Esse é o Lula. Um cara analógico, e que já deu a contribuição que tinha que dar para o país”, disse.

O senador disse, ainda, que Lula “enganou muita gente”. “Ninguém vai perder a eleição para ele, ninguém perde porque o brasileiro não cai mais nas mentiras do Lula. Esse cara é o pai da mentira, o pinóquio encarnado. O Brasil não aguenta mais. Ele tem que ir para casa, passear pelo mundo com a Janja. Ele está milionário, não precisa de dinheiro público nem pra isso.”

Flávio também acusou o atual presidente de ser chamado de “pai dos pobres”, mas de se distanciar das populações de baixa renda, citando a realização da COP30 em Belém, no Pará. Segundo ele, o presidente “ficou em iate de luxo” e não conviveu com a realidade social do entorno. “Os pobres continuavam ali, sofrendo, enquanto ele posava para fotos. Descartou a chance de usar as verbas destinadas à COP para mudar a realidade daquelas pessoas”, declarou.

O senador ainda comentou sobre o impacto do anúncio de sua pré-candidatura e afirmou que parte do eleitorado esperava um gesto direto de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na sucessão política. “A vantagem de eu ter o sobrenome Bolsonaro é das pessoas enxergarem em mim um Bolsonaro que elas queriam ter visto no próprio Jair”, disse.

Mesmo assim, ele ressaltou que não pretende substituir a figura política de seu progenitor. “Eu não tenho nenhuma pretensão de chegar aos pés do meu pai. Ele é inigualável, de outro mundo, não desse planeta. Abençoado por Deus e a maior liderança política do Brasil.”

“Eu não tenho dúvidas que o Brasil vai escolher seguir o caminho da prosperidade e não o das trévas com o Lula. Quero mostrar para o brasileiro que vai ser um time ainda melhor que o do Bolsonaro, com autonomia para tomar as decisões que resulta na geração de empregos e na redução dos impostos”, disse.

O senador finalizou falando sobre o que precisa ser feito de diferente caso seja eleito em 2026. “A gente tem que ganhar o bolo e a cereja do bolo. A cereja é a presidência da República, e o bolo, entre outras coisas, é o Congresso Nacional, que é quem pode dar o suporte nas mudanças na Constituição, melhorar a legislação, deixar o ‘vagabundo’ muito tempo mais preso do que fica hoje”. 

Correio Braziliense

Posts relacionados

Decoração natalina cai sobre veículo no Centro de Petrolina; motorista questiona falta de fiscalização

Redação Remanso News

Vídeo de câmera de segurança mostra começo de ação de atiradores em escola paulista

Redação Remanso News

35 anos do Código de Defesa do Consumidor: conquistas e novas fragilidades

Redação Remanso News

Casa Nova, Curaçá, Juazeiro e Sobradinho terão ligações interurbanas com custo menor e mais 17 cidades na Bahia; veja lista

Redação Remanso News

Número de linhas de celulares tem queda de 5,5% no último ano

Redação Remanso News

Saúde: Diagnosticado 1º caso de infecção simultânea Zica, Dengue e Chikungunya

Redação Remanso News

Deixe um comentário