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18 de setembro de 2019
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Trump chama premiê britânica de “tola” e embaixador de “maluco” por textos vazados

LONDRES (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou nesta terça-feira a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, a quem chamou de “tola”, e o embaixador britânico em Washington, chamado de “maluco”, intensificando as críticas contra uma aliada próxima cujo enviado classificou o governo norte-americano de inepto.

May deu todo apoio ao embaixador Kim Darroch depois que uma série de memorandos nos quais o enviado descreveu o governo dos EUA como “disfuncional” e “desajeitado e inepto diplomaticamente” foram vazados a um jornal britânico no domingo.

Embora ministros e o porta-voz de May tenham dito que as mensagens vazadas são só um reflexo parcial das avaliações de Darroch e não refletem as opiniões do governo, os vazamentos enfureceram Trump, que disparou uma segunda série de tuítes mordazes.

“O embaixador maluco que o Reino Unido impingiu aos Estados Unidos não é alguém que nos empolgue, um sujeito muito idiota”, escreveu Trump, descrevendo Darroch como um “tolo pomposo”.

“Ele deveria falar ao seu país, e, primeira-ministra May, sobre sua negociação fracassada do Brexit, e não ficar aborrecida com minha crítica sobre o quão mal ela foi tratada. Eu disse a Theresa May como fazer aquele acordo, mas ela fez de seu jeito tolo — não foi capaz de consegui-lo. Um desastre!”

May deve deixar o cargo no final do mês e já se chocou com Trump a respeito de várias questões, das relações com os muçulmanos ao acordo nuclear de 2015 com o Irã.

Mas a nova discórdia veio no momento em que o Reino Unido espera fechar um grande acordo comercial com seu aliado mais próximo depois que deixar a União Europeia, uma separação marcada para 31 de outubro.

Os dois candidatos ao posto de May, o ex-prefeito de Londres Boris Johnson e o secretário das Relações Exteriores, Jeremy Hunt, indicaram que podem defender a saída do bloco sem um acordo, o que torna um futuro pacto com os EUA ainda mais importante.

Johnson, o mais cotado para assumir como próximo líder britânico, insinuou que compartilha a visão de Trump sobre a maneira como May negociou o Brexit e disse que os EUA continuarão sendo o maior parceiro militar e político do país.

O ministro do Comércio do Reino Unido disse que pediria desculpas a Ivanka Trump, filha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com quem se encontraria durante uma visita a Washington nesta semana. Darroch deveria participar deste encontro, mas agora desistiu, noticiou a rede BBC.


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