Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!
24.3 C
Remanso, BR
14 de dezembro de 2019
Remanso News
  • Home
  • Mundo
  • Presidente interina promulga lei para eleições gerais na Bolívia
Mundo

Presidente interina promulga lei para eleições gerais na Bolívia

A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, promulgou neste domingo (24) a lei para convocar a novas eleições generais e que excluem o ex-presidente exilado Evo Morales do próximo pleito, após um mês de protestos com 32 mortos.

Em um ato na sede do governo, a presidente assinou o chamado “Regime Excepcional e Transitório para a realização das Eleições Gerais”, após aprovação unânime no Congresso bicameral no sábado.

“Chegamos a este dia com a satisfação do dever cumprido, porque esse é o principal objetivo do meu governo: novas eleições no menor tempo possível”, disse Añez durante a cerimônia.

Esta norma anula as eleições em que Morales foi reeleito em 20 de outubro, resultado considerado fraudolento pela oposição e que desencadeou uma série de protestos no país. A OEA detectou irregularidades na apuração.

O regime excepcional e transitório prevê a renovação do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), o registro de eleitores e a participação de todas as forças políticas, embora impeça Morales e seu ex-vice-presidente Álvaro García Linera de serem candidatos.

A nova autoridade eleitoral será responsável por fixar a data das eleições gerais, que devem ser realizadas dentro de um período máximo de 120 dias após a convocação.

Morales foi excluído sob um artigo da Constituição que proíbe a reeleição após dois mandatos. Morales tentou modificar essa regra por meio de um referendo que ele perdeu em 2016. Finalmente, foi a justiça que lhe permitiu concorrer nas últimas eleições.

Começa assim um caminho difícil para os bolivianos em busca de uma saída para sua pior crise política em duas décadas, desta vez sem Morales como alternativa. O político que há cerca de 14 anos comandava o país não poderá participar da campanha, algo inédito desde 2002.

Exilado agora no México, o líder de esquerda indígena tornou-se presidente em 2005 e foi reeleito em 2009 e 2014. 

AFP

Posts relacionados

Furto de combustível causou explosão que matou ao menos 66 pessoas

Redação Remanso News

Indiano passa por cirurgia após engolir 40 facas; todas retiradas

Redação Remanso News

Bolsonaro recebe apoio de Trump à indicação de filho à Embaixada

Redação Remanso News

Médico do governo indonésio pede internação de brasileiro condenado à morte

Redação Remanso News

Grupo resgatado em caverna deixa o hospital na quinta

Redação Remanso News

Explosão em padaria de Paris deixa três mortos e dezenas de feridos

Redação Remanso News

Deixe um comentário