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Justiça manda soltar tenente-coronel preso por crime sexual na Bahia

O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CMBM) Enio Alcântara Diz, 46, foi solto após audiência de custódia. No último sábado (27), ele foi preso em flagrante após ser acusado de importunação sexual durante uma viagem de ônibus na região da Chapada Diamantina. A vítima relatou que o homem exibiu os órgãos genitais e encostou nela no percurso. 

A informação de que Enio Alcântara Diz foi liberado pela Justiça foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros. A corporação informou ainda que o tenente-coronel foi afastado das atividades operacionais e permanecerá em serviço administrativo enquanto seguem as investigações.

De acordo com o relato da vítima, o suspeito encostou-se de forma inapropriada e exibiu partes íntimas durante a viagem de ônibus, que saiu de Ipirá com destino a Itaberaba. A mulher pediu ajuda e foi amparada por um policial militar que também estava no veículo. O tenente-coronel foi abordado no terminal rodoviário de Itaberaba e levado para a delegacia da cidade, onde teve a prisão formalizada. A vítima mostrou uma foto registrada no momento da importunação.

O caso foi registrado como importunação sexual na 1º Delegacia Territorial. O crime consiste em realizar prática de ato libidinoso sem o consentimento da vítima, com o objetivo de satisfazer o desejo sexual. A pena varia de um a cinco anos de prisão. O caso está sob sigilo e é investigado pela Polícia Civil.

Outra denúncia 
Esta não é a primeira vez que Enio Alcântara Diz é acusado de crime sexual. Em 2018, o oficial foi denunciado por uma atendente de uma loja de esportes localizada em um shopping em Lauro de Freitas. De acordo com ela, o oficial estava se masturbando no provador. O caso foi registrado na 23ª Delegacia Territorial (DT/Lauro de Freitas).

Sobre o episódio, o Corpo de Bombeiros informou que o caso “foi devidamente apurado pela corporação, sendo garantido ao oficial acusado o direito constitucional à ampla defesa e ao contraditório”. Ainda segundo a corporação, o processo foi arquivado por falta de provas que comprovassem as alegações apresentadas pela vítima. 

Correio24horas/Crédito: Reprodução

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